Escola do Futuro de Goiás concorre a prêmio nacional com projeto de igualdade de gênero na ciência
Escola do Futuro concorre ao 2º Prêmio Mulheres e Ciência do CNPq
A Escola do Futuro de Goiás Luiz Rassi, localizada em Aparecida de Goiânia, concorre ao 2º Prêmio Mulheres e Ciência, promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A unidade disputa na categoria Mérito Institucional com o Projeto Mulheres na Ciência, Tecnologia e Inovação, iniciativa que demonstra a política de igualdade de gênero que a escola desenvolve desde 2023.
O prêmio visa reconhecer as instituições que implementam ações que efetivamente ampliam a participação feminina na pesquisa, inovação e nas áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). O resultado final do prêmio será divulgado até 27 de fevereiro de 2026 no portal do CNPq.
A proposta da EFG Luiz Rassi integra um conjunto de iniciativas já implementadas na rotina escolar, como o Programa Goianas S.A., trilhas formativas STEAM voltadas para meninas, oficinas de inovação e IA generativa, ações de prevenção à violência de gênero e acompanhamento pedagógico específico para as estudantes.
Os relatórios institucionais dos últimos anos demonstram um aumento da participação feminina e indicam um ambiente escolar que promove acolhimento, segurança e oportunidades de protagonismo. O plano também detalha novas estratégias caso a instituição seja premiada, incluindo a criação do Observatório de Equidade de Gênero, a expansão do Goianas S.A., bolsas-permanência para estudantes em situação de vulnerabilidade e a implantação de um programa exclusivo para meninas em ciência e tecnologia.
“Estamos construindo uma escola em que meninas e mulheres tenham acesso, permanência e oportunidades reais de liderança em tecnologia e inovação. Esse prêmio reconhece o que já avançamos e fortalece o que ainda vamos realizar”, afirma o diretor da unidade, Vinicius Seabra.
As Escolas do Futuro de Goiás são unidades de ensino profissionalizante ligadas à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) e, desde 2021, são geridas por meio de convênio com a Universidade Federal de Goiás (UFG), através do CETT/UFG.
Fonte e Fotos: Agência Cora de Notícias
