ANTT Deflagra Operação Contra Transporte Clandestino em Goiânia e Detém Aliciadores

ANTT Deflagra Operação Contra Transporte Clandestino em Goiânia e Detém Aliciadores

ANTT apreende 22 veículos em operação contra transporte clandestino em Goiânia

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) realizou, na segunda-feira (13), uma operação de grande porte para combater o aliciamento de passageiros e o transporte interestadual clandestino nos arredores do Terminal Rodoviário de Goiânia. A ação, que visa garantir a segurança dos passageiros e a regularidade do serviço, contou com o apoio da Agência Goiana de Regulação (AGR), da Polícia Militar de Goiás (PM-GO), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil de Goiás (PC-GO).

Até o momento, a operação resultou na apreensão de 22 veículos flagrados realizando transporte irregular no trecho Goiânia-Brasília. Além disso, cinco pessoas foram detidas em flagrante por aliciamento de passageiros e encaminhadas à Central de Flagrantes para os procedimentos legais cabíveis.

Segundo a ANTT, os veículos apreendidos foram autuados com base na Resolução nº 233/2003 e enquadrados na Resolução nº 4.287/2014, que tipificam a atividade como transporte clandestino. Os veículos permanecerão retidos em pátio credenciado por um período mínimo de 72 horas, sendo liberados somente após o pagamento das despesas de guincho e estadia.

A agência enfatiza que o transporte rodoviário interestadual remunerado de passageiros só pode ser realizado com autorização da ANTT, nas modalidades turística ou regular, sendo esta última a que permite a venda de bilhetes e o embarque em terminais rodoviários oficiais. A ANTT considera clandestino qualquer transporte remunerado interestadual realizado sem sua autorização, inclusive por meio de aplicativos ou intermediadores não credenciados.

A ANTT alerta para os riscos do transporte clandestino, que “é o barato que sai caro e pode custar a sua vida”, pois os veículos não passam por manutenção regular, não possuem seguro de responsabilidade civil e, frequentemente, são conduzidos por motoristas sem a devida habilitação ou curso de transporte de passageiros.

A Agência orienta os usuários a priorizarem sempre o transporte regular e autorizado, que oferece garantia de segurança e cobertura em caso de acidentes.

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