Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia recebe R$ 1,1 milhão em investimentos para melhorias
Complexo Prisional recebe investimento de mais de R$ 1,1 milhão
Aparecida de Goiânia – O Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel recebeu um investimento superior a R$ 1,1 milhão, com a inauguração do Ambiente de Visitação Familiar na Penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG) e a expansão da Oficina de Marcenaria da Seção Industrial. As obras foram financiadas por meio de projetos da Polícia Penal de Goiás junto ao Poder Judiciário, utilizando recursos de prestações pecuniárias da 1ª Vara de Execução Penal.
O Ambiente de Visitação Familiar, que recebeu um aporte de R$ 850 mil, oferece um espaço lúdico e parlatórios climatizados, projetado para atender visitantes de todas as idades em um ambiente seguro e moderno. Já a Oficina de Marcenaria, ampliada com um investimento de R$ 320 mil, foi equipada com maquinário como esquadrejadeira de precisão, desempenadeira, serra-fita e outros equipamentos de segurança. A reestruturação aumentou a capacidade da oficina de 60 para 80 reeducandos.
“Esses investimentos contribuem, de maneira decisiva, para que Goiás tenha o melhor sistema penitenciário do Brasil”, disse o diretor-geral da PPGO, Josimar Pires. “Essas entregas garantem ainda mais dignidade e direitos humanos aos reeducandos e seus visitantes, além de aprimorar o trabalho realizado pelos servidores penitenciários”, acrescentou.
Desde 2022, o Complexo Prisional já contabiliza mais de R$ 115 milhões em investimentos provenientes do Governo do Estado, Poder Judiciário, Ministério Público do Trabalho e iniciativa privada, destinados à ampliação de vagas em celas e espaços laborais, além de melhorias para os servidores.
“Duas obras muito importantes para as pessoas privadas de liberdade, visitantes e servidores, oriundas de parceria com o Poder Judiciário. Uma melhoria estrutural que proporciona mais vagas de trabalho, condições ainda mais dignas de visitação e de reintegração social”, destacou o juiz coordenador do Grupo de Monitoração e Fiscalização do Tribunal de Justiça de Goiás, Fernando Samuel.
A mão de obra para a realização das obras foi carcerária, permitindo aos apenados a remição de pena, conforme previsto na Lei de Execução Penal (LEP).
Fonte e Fotos: Agência Cora de Notícias
