Após temporal, Prefeitura afirma que Goiânia não registra ocorrências de maior gravidade
Equipes da Defesa Civil, Comurg e SET atuaram durante a madrugada, com posicionamento preventivo e monitoramento de áreas de risco para garantir a segurança da população
As chuvas fortes em Goiânia não provocaram ocorrências de maior gravidade, segundo a Prefeitura, após atingirem a capital na noite de quinta-feira (22/10). A avaliação considera o atendimento realizado pelas equipes municipais durante o temporal e os registros feitos até a manhã de sexta-feira (23/10).
A chuva durou entre 30 e 40 minutos e perdeu força de forma gradual. Até as 5h, a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) havia contabilizado três árvores caídas e sete ocorrências relacionadas a galhos. Parte dos atendimentos continuava em execução no início da manhã.
Chuvas fortes em Goiânia mobilizaram equipes
A Defesa Civil enviou um alerta severo aos celulares da população às 23h06, com aviso sobre o risco de enxurradas e alagamentos e orientação para evitar esses locais. Antes do temporal, equipes foram distribuídas em pontos considerados de risco após o alerta do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), recebido por volta do meio-dia.
A Secretaria Municipal de Engenharia de Trânsito (SET) acompanhou vias sujeitas a alagamentos por câmeras e pela atuação de agentes nas ruas. O monitoramento incluiu a Marginal Botafogo e a Rua 87. Na Marginal Botafogo, houve fechamento de acessos e acionamento de cancelas, com apoio da Defesa Civil e da Guarda Civil Metropolitana.
Segundo o coordenador de Proteção e Defesa Civil de Goiânia, Robledo Mendonça, o posicionamento ocorreu antes do começo da chuva, às 21h. Ele afirmou: “Quando a chuva se intensificou, as equipes já estavam posicionadas.” O aplicativo Waze foi usado em parceria com a Prefeitura para informar bloqueios e sugerir rotas alternativas.
O plano organiza a resposta municipal
O Plano de Prevenção e Resposta às Emergências Climáticas reúne medidas para preparar a cidade para chuvas intensas, alagamentos, calor elevado, baixa umidade e incêndios. O planejamento inclui o mapeamento de áreas vulneráveis, o acompanhamento das condições meteorológicas e a definição de procedimentos conjuntos entre os órgãos.
A coordenação fica a cargo do Gabinete de Crise Climática, que reúne órgãos municipais e estaduais para organizar ações antes e durante eventos extremos. O coordenador Robledo Mendonça avaliou que “o planejamento prévio pode orientar a resposta municipal diante de situações de risco”.
Segundo o secretário municipal de Engenharia de Trânsito, Tarcísio Abreu, o trabalho combina o acompanhamento em tempo real com a presença de agentes nas vias para impedir a entrada de veículos em áreas alagadas.
Créditos da imagem: Prefeitura de Goiânia
Com informações da Prefeitura de Goiânia
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