Secretaria estadual de Saúde confirma novos casos e São Paulo chega a 40 de sarampo em 2026

São Paulo tem três novos casos de sarampo; total chega a 40 este ano

© Paulo Pinto/Agencia Brasil

Casos de sarampo em São Paulo chegaram a 40 em 2026 após a confirmação de quatro novos registros pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP), em 1º.

O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) informou que três pacientes diagnosticados moram na capital: dois homens, de 18 e 21 anos, e uma bebê de 1 ano. Os registros estão ligados a cadeias de transmissão acompanhadas desde junho.

Sarampo em São Paulo exige vacinação

Dos 40 casos registrados no ano, 30 envolveram pessoas sem histórico de vacinação ou com o esquema incompleto, segundo a secretaria. A vacina tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

O imunizante é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) dos 645 municípios do estado. O calendário prevê a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Para pessoas de 15 meses a 29 anos, a orientação é ter duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

A chamada dose zero pode ser aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A medida pode ser indicada quando a criança teve contato com alguém com suspeita ou confirmação da doença, conforme avaliação das equipes de vigilância.

Essa dose antecipada não substitui as previstas no calendário. Mesmo vacinada antes de completar 1 ano, a criança deve receber a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.

As cadeias de transmissão são monitoradas

A capital concentra 36 dos casos contabilizados no estado, o equivalente a 90% do total. São Bernardo do Campo tem dois registros, enquanto Guarulhos e Santo André têm um caso cada, conforme o balanço atualizado.

As equipes municipais e estaduais acompanham os vínculos entre os casos e apontam tendência de redução da transmissão. Em Guarulhos e São Bernardo do Campo, a vigilância avalia a possibilidade de encerrar as cadeias associadas aos registros.

Cadeia de transmissão é o percurso do vírus entre uma pessoa infectada e outra saudável. O acompanhamento permite identificar os contatos relacionados aos casos e verificar se ainda há circulação ligada à mesma sequência de contágio.

Créditos da imagem: © Paulo Pinto/Agencia Brasil


Com informações da Agência Brasil

Redação Extra News Goiás
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