Rede de Núcleos Musicais de Goiânia oferece aulas gratuitas e inclusivas
Programa de formação musical oferece aulas gratuitas para cerca de 200 alunos de iniciação e prática instrumental (Fotos: Divulgação/Secult)
A Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), prossegue com as atividades da Rede Municipal de Núcleos Musicais da Orquestra Sinfônica de Goiânia. O projeto cultural oferece ensino de música gratuito a aproximadamente 200 participantes, abrangendo desde a iniciação até a prática instrumental avançada. Um dos grandes diferenciais do programa é a dedicação a turmas inclusivas, pensadas para atender alunos com síndrome de Down, pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e indivíduos com mais de 60 anos, democratizando o acesso à arte.
A iniciativa foi instituída pela Lei Municipal nº 10.149, de 12 de abril de 2018, e posteriormente revisada pela Lei nº 10.455, de 9 de janeiro de 2020. Seu principal desígnio é estender a educação musical a diversas áreas da capital goiana, cultivando a formação artística, a integração social e a valorização da cultura através da música. As atividades educacionais são conduzidas em dois importantes locais da cidade: na histórica Antiga Estação Ferroviária e na sede da Orquestra, situada no Edifício Pathernon Center.
Entre as disciplinas oferecidas, destacam-se aulas de violino, viola clássica, acordeom, iniciação musical e prática de conjunto, proporcionando aos alunos de distintas gerações a chance de aprimorar suas competências musicais em um ambiente colaborativo. O programa também reserva espaços para turmas focadas na inclusão, onde a musicalização serve como instrumento para o crescimento cognitivo, social e emocional dos participantes.
Para além do domínio técnico dos instrumentos, os núcleos pedagógicos promovem a interação, o trabalho coletivo e o incremento da autoestima, garantindo que crianças, adolescentes, adultos e idosos tenham acesso facilitado à formação musical gratuita. Conforme ressaltou o secretário municipal de Cultura, Uugton Batista, a Rede é um paradigma do poder transformador da cultura. “Ao oferecer formação musical e incluir públicos diversos, como pessoas com deficiência e idosos, ampliamos o acesso à arte e fortalecemos a cidadania por meio da música”, afirmou Batista.
Fonte e Fotos: Prefeitura Municipal de Goiânia
