Haddad: Inflação no governo Lula será a menor da história do Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a 6ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Sustentável (CDESS), afirmou que o Brasil deverá registrar, ao final do atual governo, a menor inflação de sua história. “A inflação, que é uma preocupação legítima de todo cidadão, em quatro anos, vai ser a menor de toda a história. Será menor do que a do Império; da República; da República Velha; do Estado Novo; do Plano Real. Será a menor de todas”, declarou o ministro.
Haddad destacou que o governo tem conseguido equilibrar a queda da inflação com a diminuição do desemprego, que atingiu 5,4% no último trimestre, o menor índice desde 2012, segundo o IBGE. “Quando você consegue conciliar queda de inflação com queda de desemprego, você tá com menor índice de desconforto de uma sociedade. Estamos conseguindo conciliar isso”, disse.
O ministro também ressaltou que o Plano Safra e o Pronaf têm contribuído para a redução da inflação dos alimentos, afirmando que a inflação média de todos os produtos está baixa, e a inflação de alimentos será a menor da série histórica, beneficiando principalmente os trabalhadores de baixa renda.
Haddad lamentou a falta de reconhecimento dos resultados econômicos do governo, mencionando o investimento recorde de R$ 261 bilhões em infraestrutura em 2024. “A gente não vê isso você ser comentado ou discutido. Quando contamos para o investidor estrangeiro se surpreende. Dizem que ninguém mostra isso. Hoje o mercado acionário está, de novo, batendo recorde. A confiança do trabalhador e do empresário também está batendo recorde”, afirmou.
O ministro enfatizou ainda que o governo tem dado total transparência às contas públicas, respeitando os padrões internacionais, o que tem atraído investimentos estrangeiros. “Estamos dando total transparência para as contas públicas. Voltamos a respeitar os padrões internacionais. Por isso, somos, hoje o segundo destino de investimento estrangeiro, no mundo”.
Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais, também presente na plenária, reforçou que a economia brasileira está crescendo de forma sustentável, “melhorando a vida das pessoas”. Ela destacou a importância do Conselhão nesse processo, com a contribuição de ideias e propostas, como a estratégia de compras públicas sustentáveis, que servirá de base para uma proposta de decreto presidencial. “Este conselho faz parte desse processo, contribuindo com ideias e propostas, como a [relativa à] estratégia de compras públicas sustentáveis, que servirá de base para proposta de decreto presidencial”, disse a ministra.
Hoffmann ainda abordou os efeitos positivos da isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, afirmando que essa medida representa um rompimento com privilégios e injustiças. “Estamos rompendo uma tradição de privilégios e injustiça que sempre prevaleceu no nosso país”, disse.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, destacou as políticas voltadas a diversos setores da economia, com ênfase na indústria automobilística, mencionando que “diversas montadoras estão retomando ou ampliando sua produção”.
Fonte e Fotos: Agência Brasil
https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-12/haddad-diz-que-governo-devera-registrar-menor-inflacao-da-historia
