Goiás expande segurança com IA e nova sede do Batalhão Rural

Goiás expande segurança com IA e nova sede do Batalhão Rural

O Governo de Goiás anunciou a implantação de um sistema de câmeras de segurança com inteligência artificial (IA) para reforçar o combate à criminalidade no Entorno, Região Metropolitana de Goiânia e cidades turísticas do estado. O anúncio foi feito pelo vice-governador Daniel Vilela, durante a inauguração da nova sede da 4ª Companhia do 2º Batalhão de Polícia Militar Rural em Valparaíso de Goiás, na última segunda-feira (20/10).

Segundo Vilela, o programa de instalação das câmeras de segurança terá início em Goiânia, seguido pelo Entorno Sul e Região Metropolitana, com expansão posterior para outras áreas estratégicas. “Nós estaremos lançando esse programa em Goiânia nos próximos dias. Logo em seguida, após a instalação aqui no Entorno Sul, também vamos iniciar na Região Metropolitana de Goiânia. Posteriormente, vamos avançar para todo o estado, para as regiões de divisa, cidades turísticas e regiões do agronegócio com atividades econômicas mais pujantes”, informou o vice-governador.

A nova sede do Batalhão Rural, resultado de uma parceria entre o Governo de Goiás, a Prefeitura de Valparaíso e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, visa ampliar a segurança em mais de dez municípios do Entorno do Distrito Federal. A localização estratégica de Valparaíso foi um fator determinante na escolha do município para sediar a companhia.

“Essa localização possui uma logística muito importante dentro do combate à criminalidade, especialmente para o Batalhão Rural”, afirmou Daniel Vilela, ressaltando a importância do investimento em segurança pública para a população local. “Nós estamos aqui para, em parceria com o município, trazer mais um investimento na área que talvez fosse a que a população mais desejasse, que era a segurança pública aqui na região do Entorno. Hoje, nós garantimos segurança plena a essa população trabalhadora”, destacou.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Granja, enfatizou que a descentralização do serviço, através da criação de batalhões e companhias, aproxima as forças de segurança da comunidade. “Quando criamos companhias, criamos batalhões, nós podemos nos aproximar ainda mais da sociedade, estar mais próximos dela”, concluiu.

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