Olimpíada de IA Aplicada 2025: Inscrições Triplicam e Consolidam Goiás na Vanguarda da Inovação

Olimpíada de IA Aplicada 2025: Inscrições Triplicam e Consolidam Goiás na Vanguarda da Inovação

A segunda edição da Olimpíada de Inteligência Artificial Aplicada (OIAA) em Goiás superou as expectativas, registrando um aumento de mais de 300% no número de equipes inscritas em comparação com o ano anterior. Em 2025, a competição conta com a participação de 367 equipes, contra 116 em 2024, totalizando mais de mil estudantes de escolas públicas e privadas de todo o estado.

A iniciativa, promovida pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) em parceria com o Centro de Excelência em Inteligência Artificial (CEIA) e o Centro de Competência Embrapii em Tecnologias Imersivas (AKCIT) da Universidade Federal de Goiás (UFG), visa estimular o aprendizado e a aplicação prática da inteligência artificial no ambiente escolar.

“Esse resultado mostra que os jovens goianos estão cada vez mais engajados na tecnologia e na inovação, que são áreas estratégicas para o futuro do mundo”, destaca o secretário José Frederico Lyra Netto, ressaltando a importância de preparar os estudantes para o futuro. “A inteligência artificial é uma realidade que já transforma nossa sociedade e queremos que os estudantes de Goiás sejam protagonistas desse processo.”

A competição, que teve início nesta segunda-feira (1º/9), é dividida em etapas classificatórias. A grande final será realizada presencialmente durante a Campus Party Goiás, de 19 a 23 de novembro, no Passeio das Águas Shopping, em Goiânia. As equipes vencedoras receberão prêmios de até R$ 5 mil por integrante, além de ajuda de custo para as fases finais.

Para a professora Telma Soares, diretora do CEIA-UFG e idealizadora do primeiro curso de bacharelado em Inteligência Artificial do Brasil, a OIAA capacita os jovens para os desafios do futuro. “Quando damos a chance para que estudantes vivenciem a inteligência artificial de forma prática, estamos abrindo caminhos para que eles enxerguem novas possibilidades de futuro. É desse movimento que podem nascer os próximos pesquisadores, empreendedores e líderes em tecnologia”, afirma.

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