Orquestra Filarmônica de Goiás inicia temporada 2026 com tema “Natureza e Sons”
Na abertura da temporada, destaque para obra do violinista e compositor Freddy Portilho, músico da OFG (Foto: Rafaella Pessoa)
Após um breve período de recesso, a Orquestra Filarmônica de Goiás (OFG) retoma suas atividades com a temporada de 2026, que terá como tema “Natureza e Sons”. O concerto de abertura está marcado para a próxima sexta-feira, 27 de fevereiro, às 20h, no Teatro Escola Basileu França, localizado no Setor Leste Universitário, em Goiânia. A entrada é gratuita e não exige a retirada antecipada de ingressos.
O programa da noite inclui obras de compositores europeus renomados, como Dvo?ák e Nielsen, além de uma peça original de Freddy Portilho, violinista e compositor que integra a orquestra. A temporada deste ano, sob o tema “Natureza e Sons”, busca explorar a influência da natureza na música, abrangendo diversas gerações e escolas musicais ao redor do mundo.
A regente titular da Filarmônica, Neil Thomson, ressalta a importância da temática para a temporada, convidando o público a se surpreender e encantar com a riqueza da natureza na música: “A natureza e o meio ambiente são fundamentais para as nossas vidas e inspiraram compositores ao longo dos séculos a produzir algumas das suas maiores obras musicais. Nesta temporada, o público entrará em contato com uma visão panorâmica da natureza na música em toda a sua riqueza. Todos vão se surpreender e se encantar, a cada concerto”.
O concerto de abertura terá início com “No reino da natureza”, composição de Antonín Dvo?ák, que homenageia a paisagem e os sons da Morávia, terra natal do compositor. Em seguida, será apresentada a estreia de “O Cântico da Natureza”, de Freddy Portilho, obra inspirada na poesia de Cora Coralina, nas modinhas goianas e no cerrado. O encerramento ficará por conta de “A Inextinguível”, do dinamarquês Carl Nielsen, uma reflexão sobre o espírito da vida e suas manifestações, que evoca o drama da I Guerra Mundial.
A Orquestra Filarmônica de Goiás, reconhecida internacionalmente, é vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação por meio da Escola do Futuro de Goiás em Artes Basileu França, com gestão do Centro de Educação, Trabalho e Tecnologia (CETT) da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Fonte e Fotos: Agência Cora de Notícias
