Escola Municipal Ayrton Senna vence projeto Eco Escolas e é premiada

Mabel premia escola que recolheu 32 toneladas de recicláveis em desafio ambiental

Prefeito premia escola que venceu desafio de reciclagem Eco Escolas (Fotos: Alex Malheiros)

A Escola Municipal Ayrton Senna, localizada no Jardim Curitiba, foi agraciada com o prêmio do projeto Eco Escolas, uma iniciativa conjunta da Prefeitura de Goiânia, através da Secretaria Municipal de Educação (SME), e o Consórcio LimpaGyn. O projeto visa promover a cultura da reciclagem e o engajamento da comunidade.

Alunos do 4º ao 7º ano da instituição se destacaram no desafio ambiental, coletando 75 bags, equivalentes a 32 toneladas de materiais recicláveis. O material foi destinado a 12 cooperativas parceiras da prefeitura, impulsionando a inclusão social, a geração de renda e a sustentabilidade. Como reconhecimento, a escola recebeu tablets.

O prefeito Sandro Mabel destacou a importância do trabalho realizado pelos alunos, ressaltando a atenção com a limpeza da cidade e as ações ambientais desenvolvidas na escola. Ele também mencionou que os tablets serão utilizados em sala de aula, em conjunto com a lousa digital, para auxiliar nas atividades pedagógicas. “Vocês fizeram o melhor trabalho, mostrando atenção com a limpeza da cidade e com as ações ambientais desenvolvidas na escola. Os tablets vão ajudar no dia a dia em sala de aula. A ideia é que eles sejam usados junto com a lousa digital, nas atividades que os professores passam, para responder exercícios e acompanhar as aulas de forma mais prática”, disse o prefeito.

O projeto Eco Escolas, que teve início em agosto do ano anterior, integra o programa Goiânia Limpa: Educação em Ação, lançado em fevereiro de 2025. A iniciativa envolveu 30 escolas, que receberam bags para coleta de materiais recicláveis, como papel, plástico, alumínio e eletrônicos. Além da coleta, as escolas participaram de campanhas de conscientização, palestras e workshops.

A secretária municipal de Educação, Giselle Faria, ressaltou a importância da tecnologia na educação, destacando que os tablets e as lousas digitais auxiliam no acompanhamento do progresso dos alunos e na personalização do ensino. “Isso pode dificultar a identificação e o desenvolvimento das necessidades individuais de cada aluno. Com auxílio da tecnologia, como lousas digitais e os tablets, é possível monitorar o progresso dos alunos e, por meio da inteligência artificial, direcioná-los a atividades específicas para otimizar a aprendizagem”, afirmou a secretária.

Segundo a diretora da escola, Chirley Lopes, a participação no projeto gerou resultados positivos dentro e fora da escola. “O que era lixo tornou-se produto reciclável. A gente conseguiu comover a comunidade, que tinha coisas largadas pelas praças e calçadas. Então, a gente conseguiu provar para eles que a sustentabilidade é possível”, pontuou a diretora.

O diretor do Consórcio LimpaGyn, Renan Andrade, anunciou a continuidade do projeto, com a meta de ampliar o número de escolas participantes. Ele também enfatizou que o material coletado apresenta maior valor agregado por ser separado para a cooperativa, otimizando o processo. “Essa iniciativa beneficia a cooperativa, a comunidade e todos os envolvidos, ao reduzir a necessidade de coleta manual de materiais nas ruas da cidade”, disse Andrade.

Fonte e Fotos: Prefeitura Municipal de Goiânia

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