Capital paulista registra dois novos casos de sarampo e estado chega a 32 em 2026
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Casos de sarampo em São Paulo chegaram a 32 em 2026 após a confirmação de duas novas ocorrências na capital paulista.
Os registros foram contabilizados ao fim da semana epidemiológica 36, na sexta-feira (11). Segundo a Secretaria de Saúde, os pacientes são uma menina de seis meses, com vacinação incompleta, e um homem de 28 anos que já havia recebido a vacina contra a doença.
A vacinação contra sarampo segue disponível
A vacina tríplice viral é indicada para crianças e para pessoas de 15 meses a 29 anos. O imunizante protege contra sarampo, caxumba e rubéola e está disponível nas unidades básicas de saúde dos 645 municípios do estado.
A chamada dose zero continua sendo aplicada em crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo. A aplicação pode ser indicada quando houve contato com alguém com suspeita ou confirmação da doença, conforme avaliação das equipes de vigilância.
Essa dose antecipada não substitui as previstas no calendário de vacinação. A criança que recebê-la antes de completar 1 ano ainda deverá tomar a primeira dose aos 12 meses e a segunda aos 15 meses.
A tríplice viral é uma vacina que combina proteção contra três doenças em uma mesma aplicação. A definição da dose e da necessidade de vacinação depende da idade e da avaliação da situação de saúde pelas equipes responsáveis.
Transmissões são acompanhadas pelas equipes
Dos 32 casos registrados no estado em 2026, 29 foram identificados na capital, dois em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Os novos diagnósticos fazem parte de cadeias de transmissão notificadas em agosto.
Quatro cadeias foram identificadas ao longo do ano, e três permanecem ativas. As transmissões relacionadas aos meses de junho, julho e agosto são acompanhadas pelas equipes de vigilância epidemiológica estadual e municipal.
Uma cadeia de transmissão reúne casos que mantêm relação epidemiológica entre si, permitindo às autoridades acompanhar como a doença circula e procurar novas ocorrências. A primeira cadeia foi notificada entre março e abril e está ligada a dois casos importados. A segunda foi encerrada após 12 semanas sem novos registros.
Créditos da imagem: © OMS
Com informações da Agência Brasil
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