Goiás Reconhecido como Referência Nacional em Segurança Pública

Goiás é reconhecido por autoridades nacionais e do sistema de Justiça como referência no combate ao crime

Para o presidente do TJGO, Leandro Crispim, resultados refletem mudança estrutural na forma de atuação do Estado (Fotos: Wesley Costa e André Saddi)

Goiás tem sua política de segurança pública reconhecida em âmbito nacional, com destaque para a redução de 90% nos roubos e 62% nos homicídios nos últimos sete anos. O reconhecimento veio de representantes da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e do sistema de Justiça goiano, durante o lançamento do programa IA Contra o Crime, em Goiânia.

Rodney da Silva, diretor de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp, enfatizou que a combinação de investimentos, tecnologia e liderança do governador Ronaldo Caiado consolidou Goiás como referência nacional no combate à criminalidade. “Goiás é uma referência no combate à criminalidade porque une investimento, tecnologia e liderança. Não existe segurança pública sem um líder, sem alguém que comande e dê exemplo”, afirmou.

Leandro Crispim, presidente do TJGO, ressaltou a mudança estrutural promovida na atuação do Estado. “A evolução das forças de segurança vem principalmente dos últimos sete anos de governo de Ronaldo Caiado. Hoje, Goiás está na vanguarda tecnológica do país, utilizando recursos de ponta no enfrentamento à criminalidade”, disse, referindo-se à implantação da inteligência artificial na segurança pública.

O procurador-geral do Estado, Cyro Terra, atribuiu o sucesso da segurança pública goiana ao apoio contínuo às forças de segurança e à atuação integrada com o Ministério Público. “Se me dissessem, em 2017, que seria possível reduzir em 90% o número de roubos e em 62% o número de homicídios, eu diria que era impossível. Mas isso foi tornado real; os senhores fizeram o impossível”, declarou, dirigindo-se aos membros das forças de segurança. Ele ainda mencionou a atuação do Ministério Público na defesa da autonomia da segurança pública e na garantia da validade das leis que devolveram ao Estado o controle do sistema prisional.

Fonte e Fotos: Agência Cora de Notícias

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