Obras impulsionam Rio Verde como polo agroindustrial nacional, garante Daniel Vilela

Obras impulsionam Rio Verde como polo agroindustrial nacional, garante Daniel Vilela

O vice-governador Daniel Vilela acompanhou de perto, nesta terça-feira (30/09), o andamento de obras cruciais para o desenvolvimento do agronegócio goiano em Rio Verde. A duplicação da GO-210, no perímetro urbano, e a pavimentação de 40 km da GO-401, em direção a Quirinópolis, somam investimentos superiores a R$ 153 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Infraestrutura (Fundeinfra).

As intervenções visam otimizar a mobilidade urbana e impulsionar o escoamento da produção agrícola, consolidando Rio Verde como um dos principais centros agroindustriais do país. “O Fundeinfra representa um quarto dos mais de R$ 4 bilhões que o Estado de Goiás deve investir em sua malha viária em 2025”, declarou Daniel Vilela, enfatizando que “para cada real do fundo, são R$ 3 do Tesouro Estadual para reconstruir e implantar rodovias.”

A GO-210, em especial, se destaca por ser a primeira rodovia estadual a receber pavimento de concreto, em substituição ao asfalto, prometendo maior durabilidade. Segundo Vilela, a obra “vai demandar manutenção talvez daqui uns 50 anos ou mais” e “servirá de referência e de padrão para outras obras importantes que faremos nos próximos anos pelo Estado”.

Pedro Sales, presidente da Agência Goiana de Infraestrutura (Goinfra), informou que o cronograma está acelerado, com previsão de conclusão da terraplanagem até o final de outubro e da pavimentação em concreto até o final de janeiro.

O prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo, ressaltou a importância da parceria com o Governo de Goiás para a região, por onde “passam milhões de toneladas de grãos todo ano”. O deputado estadual Lucas do Vale também enfatizou os benefícios da GO-401 para “produtores, estudantes e famílias que dependem dessa estrada no dia a dia”.

Paulo do Vale, ex-prefeito e produtor rural, destacou a relevância estratégica das obras: “É uma obra essencial para Goiás e para o Brasil. Aqui temos Norte-Sul, terminal ferroviário da RUM (Rumo Logística) e um hub logístico que fortalece o escoamento, gera emprego e renda. Essa é a política de Estado que precisamos manter”.

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