PF investiga possível vazamento em operações contra lavagem de dinheiro no setor de combustíveis

Oito pessoas estão foragidas após megaoperação da Polícia Federal

© Divulgação/Policia Federal

Goiás acompanha o desenrolar das investigações sobre lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, com oito indivíduos ainda foragidos após a deflagração de três operações da Polícia Federal (PF) na última quinta-feira. As operações, denominadas Quasar, Tank e Carbono Oculto, miram grupos criminosos que atuam na lavagem de dinheiro.

Um dos focos das investigações é a Operação Tank, que busca desmantelar uma extensa rede de lavagem de dinheiro com ramificações no Paraná. Suspeita-se que o grupo criminoso, em atividade desde 2019, tenha movimentado mais de R$ 23 bilhões através de centenas de empresas, incluindo postos de combustíveis, distribuidoras e instituições financeiras.

A PF investiga a possibilidade de vazamento de informações, considerando que, dos 14 mandados de prisão emitidos, apenas seis foram cumpridos até o momento. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, durante coletiva de imprensa, classificou o número de prisões como atípico, afirmando que “não é uma estatística normal das operações da PF”.

A Operação Quasar tem como alvo uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituições financeiras, utilizando fundos de investimento para ocultar patrimônio ilícito, com possíveis ligações com facções criminosas. Já a Operação Carbono Oculto visa desmantelar “um sofisticado esquema de fraudes, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro no setor de combustíveis, controlado pelo crime organizado”.

Fonte e Fotos: Agência Brasil

https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-08/oito-pessoas-estao-foragidas-apos-megaoperacao-da-policia-federal

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