Governador Daniel Vilela anuncia R$ 550 mi para duplicação de rodovias em Goiás

Na Alego, governador Daniel Vilela anuncia obras de duplicação em três rodovias estaduais

Daniel Vilela destina R$ 550 milhões para duplicação de três rodovias estaduais

O governo de Goiás, sob a gestão de Daniel Vilela, anunciou nesta terça-feira (5/5) um robusto investimento de R$ 550 milhões para impulsionar a infraestrutura viária do estado. Os recursos, destinados à duplicação de rodovias em Goiás, viabilizarão obras cruciais em três importantes trechos estaduais: a ligação entre Goiânia e Nova Veneza, o percurso de Goiânia a Orizona e a estrada que conecta Bela Vista de Goiás a Catalão. A verba é fruto da devolução do duodécimo pela Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), um gesto que, segundo o chefe do Executivo, “Este gesto representa a confiança dos deputados no nosso governo.”

Alego Garante Verba para Obras Rodoviárias

A significativa quantia que irá financiar as obras de duplicação de rodovias estaduais é proveniente da restituição dos cofres da Alego ao Tesouro Estadual. O duodécimo, que se refere ao repasse financeiro mensal obrigatório do Executivo aos demais poderes para custear despesas operacionais e administrativas, desta vez, reverteu-se em capacidade de investimento. O presidente da Alego, Bruno Peixoto, formalizou a entrega simbólica do cheque ao governador Daniel Vilela, marcando o que ele classificou como a “maior devolução da história” da Casa Legislativa goiana.

Daniel Vilela ressaltou a importância dessa colaboração interinstitucional, afirmando que a devolução simboliza a continuidade dos esforços governamentais e a intenção de entregar resultados concretos à população. “Um reconhecimento das nossas boas intenções e do desejo de fazermos um governo que seja efetivo. Reafirmo aqui mais uma vez que, enquanto eu estiver na condição de governador, faremos um governo com resultados e protagonismo político compartilhados entre todos que querem trabalhar, desenvolver e promover o bem do nosso Estado”, declarou o governador durante o ato.

Critérios de Seleção para Nova Infraestrutura

A escolha dos trechos a serem beneficiados pelo investimento em infraestrutura rodoviária não foi aleatória. O governador Daniel Vilela explicou que o critério principal se pautou na busca por projetos com impacto regional abrangente. “Conversei com o presidente Bruno sobre a possibilidade de fazer uso desses recursos que hoje se encontram em uma aplicação bancária em nome da Assembleia Legislativa e que a gente pudesse transformá-los em investimentos que serão de grande importância para os goianos. Afinal, a nossa missão como representantes políticos é exatamente trabalhar pelas pessoas, promover os investimentos, mudar a vida da população para melhor”, detalhou o governador sobre o diálogo que precedeu a decisão. Ele complementou ainda: “Ao apresentar a nossa carteira de projetos futuros, solicitei a ele [Bruno Peixoto] escolher, juntamente com os demais deputados, obras estruturantes regionais que tenham impacto em muito mais do que uma cidade apenas.”

Perspectivas e Próximos Passos nas Rodovias Goianas

A agilidade na execução das novas obras de duplicação é uma prioridade, conforme sinalizado pelo governador. “Serão recursos que nos darão uma condição de iniciar essas obras o mais rápido possível logo que for concluído todo o projeto”, garantiu Daniel Vilela, destacando como esses fundos reforçam o caixa estadual, permitindo a aceleração dos projetos.

O presidente da Alego, Bruno Peixoto, reiterou a confiança na boa aplicação dos recursos, enfatizando o papel do legislativo. “Sabemos que o recurso será bem empregado. O valor foi economizado no legislativo e será transformado em obras para melhorar a qualidade de vida da população de Goiás”, pontuou Peixoto. Ele ainda adiantou a possibilidade de novas injeções financeiras no futuro próximo. “São mais de R$ 150 milhões em caixa que serão devolvidos ainda neste ano, governador”, revelou, acenando para uma segunda devolução que poderá potencializar ainda mais as ações de governo. A devolução inicial, referente ao exercício de 2025, concretizou-se após meses de articulação entre os poderes Legislativo e Executivo para a definição da destinação.

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