Denúncias de ameaças em redes sociais levam UFF a acionar a Polícia Federal
© Universidade Federal Fluminense/Divulgação
Denúncias recebidas pela Universidade Federal Fluminense (UFF) levaram a instituição a encaminhar à Polícia Federal (PF) conteúdos com ameaças à comunidade acadêmica e ao patrimônio universitário. A universidade afirma que as mensagens circularam em aplicativos de mensagens e redes sociais.
Entre os textos citados pela UFF estão ameaças de incendiar a instituição e agredir estudantes durante atos políticos. A universidade informou que enviou o material à PF e a outros órgãos para investigação e adoção das medidas cabíveis.
Manifestações motivaram ameaças
Em vídeo publicado nas redes sociais, o reitor em exercício Fabio Passos disse que as ameaças começaram na quarta-feira (7). Ele afirmou: “Nossos estudantes têm feito manifestações pacíficas sobre a situação eleitoral atual e fazem essas manifestações dentro do direito constitucional”.
A UFF declarou que acompanha a apuração junto aos órgãos responsáveis e que vai colaborar com as investigações. Em nota, a instituição afirmou: “Seguimos atentos à situação, pautando nossa atuação pela agilidade e responsabilidade”.
As manifestações estudantis mencionadas pelo reitor ocorreram dentro da universidade e foram relacionadas à situação eleitoral atual, segundo a declaração divulgada pela instituição.
Segurança foi reforçada nos campi
A universidade pediu à Secretaria de Gestão Integrada de Niterói o reforço da segurança nos campi. A Superintendência de Operações e Manutenção (Soma), setor interno da UFF, também recebeu a determinação de intensificar as medidas de proteção na instituição.
A Polícia Federal atua na apuração quando é acionada para investigar possíveis crimes de competência federal. Nesse procedimento, os órgãos responsáveis reúnem informações, analisam os materiais encaminhados e definem as providências previstas para o caso.
A UFF informou ainda que a PF foi acionada para investigar um incêndio que atingiu a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), na noite de quarta-feira. Segundo a PF, o inquérito pretende “apurar todas as circunstâncias e causas prováveis”. O reitor da UFPE, Alfredo Gomes, estimou prejuízo de R$ 100 milhões.
Créditos da imagem: © Universidade Federal Fluminense/Divulgação
Com informações da Agência Brasil
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