Ipasgo Saúde se pronuncia sobre paralisação de médicos: “Decisão foi unilateral e sem diálogo”

O Ipasgo Saúde expressou perplexidade diante do anúncio de paralisação feito pelo Sindicato dos Médicos do Estado de Goiás (SIMEGO), programada para os dias 18 e 19 de fevereiro de 2025. A autarquia afirma que não foi contatada previamente sobre quaisquer reivindicações pela entidade médica e considera a ação como uma medida extrema, que compromete a assistência à saúde de milhares de beneficiários.
De acordo com a instituição, a falta de comunicação oficial por parte do SIMEGO impede um diálogo que poderia esclarecer as demandas dos profissionais. A administração do Ipasgo enfatiza que um movimento dessa magnitude pode ser visto como uma tentativa de usar a saúde dos usuários como forma de pressão, o que gera indignação.
O Ipasgo Saúde reitera seu compromisso em tratar questões relacionadas à saúde com seriedade e responsabilidade. A instituição garante que está sempre aberta ao diálogo e mantém conversas respeitosas com outras organizações representantes da classe médica, buscando soluções construtivas que beneficiem tanto os profissionais quanto os usuários.
Por fim, a autarquia reafirma sua missão de garantir serviços de qualidade e continua a despistar qualquer tentativa de desinformação que possa gerar ansiedade entre seus cerca de 600 mil beneficiários. A gestão do Ipasgo se compromete a seguir vigilante na prestação de serviços de saúde, priorizando a transparência e a eficiência.
Confira a nota na íntegra abaixo:
“O Ipasgo Saúde vê com estranheza e perplexidade a decisão unilateral do Sindicato dos Médicos no Estado de Goiás (Simego) de anunciar uma paralisação nos dias 18 e 19 de fevereiro de 2025 sob a alegação de que não houve atendimento às demandas da categoria. A verdade é que o Ipasgo Saúde nunca foi procurado pelo Simego para tratar de qualquer pauta reivindicatória, tampouco jamais recebeu um documento oficial com o pleito dos profissionais que a entidade representa.
Causa indignação que uma decisão tão drástica, com impacto direto na assistência à saúde de milhares de beneficiários, tenha sido tomada sem qualquer diálogo prévio com a gestão da instituição. Uma atitude que infere o uso do bem-estar dos beneficiários como instrumento de pressão, vulnerabilizando servidores públicos e seus familiares por decisões precipitadas, desprovidas de fundamento e que, por isso, incitam desconfiança.
Para o Ipasgo, saúde é um assunto sério, que deve ser tratado com responsabilidade, maturidade, ética e compromisso com a verdade. Por isso, a instituição sempre esteve e continua aberta ao diálogo responsável e construtivo com todas as entidades representativas. Tanto é assim, que mantém tratativas constantes com outros órgãos da classe médica, em um processo respeitoso, equilibrado e propositivo.
O Ipasgo Saúde mantém compromisso inegociável com a qualidade e continuidade dos serviços prestados e não compactua com qualquer tentativa de desinformação que possa gerar apreensão entre os beneficiários. Seguiremos firmes na missão de garantir aos nossos quase 600 mil beneficiários assistência à saúde com excelência, responsabilidade e transparência.”
Foto: Ipasgo/Ricardo Pojo