Goianas presas injustamente contraíram infecção bacteriana na prisão na Alemanha

As goianas presas injustamente na Alemanha após terem as bagagens trocadas por malas com drogas, Katyna Baía e Jeanne Paollini, disseram que voltaram para o Brasil com uma infecção bacteriana na pele por uso coletivo de roupas no presídio.

As duas ficaram detidas 38 dias sob acusação de tráfico internacional de drogas e relataram que até mesmo roupas íntimas como calcinhas eram compartilhadas entre as detentas.
Na sua rede social a personal trainer Kátyna escreveu: “Voltamos com uma infecção bacteriana na pele que […] se deu em função do uso coletivo de roupas e calcinhas. (SIM, ERA TUDO DE USO COLETIVO). Mais um problema daquela prisão arbitrária e injusta. Mas vamos superar”.
Kátyna também já mostrou um desenho feito por ela e que ilustrava a visão que tinha da janela de sua cela enquanto estava presa. Na gravura é possível ver blocos que se parecem com prédios, além de um jardim. No desenho, há 11 guardas segurando armas e fumando enquanto conversam, além de uma espécie de torre de vigia e uma igreja com uma cruz em destaque.